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Por uma escola humana

Numa escola, uma criança de cabelos crespos, acompanhada da irmã mais nova, foi abordada por um colega mais velho dizendo que gostaria de cortar parte do cabelo da menina para fazer bombril. Constrangida, a mais nova chorou muito.

Esse fato real, infelizmente, é comum em escolas públicas e privadas. Crianças e adolescentes são vítimas de constrangimento e assédio moral por serem gordas, por deficiência física, por causa da cor de pele ou pela orientação sexual.

Também há registros de adolescentes batendo nas namoradas, na porta da escola.

Educadores experientes defendem que a escola não é apenas lugar para ensinar matemática, química ou português, mas, também, para promover valores humanos de respeito à diversidade, de convivência pacífica entre diferentes, para formar homens e mulheres que sejam de paz.

Essa pedagogia de educação voltada para a paz e respeito às diferenças tem sido alvo de ataques constantes da mídia e da direita que, cinicamente, afirmam defender uma “escola sem partido”.

Este debate também tem estado presente no segundo turno das eleições para prefeito. Ele foi colocado por Marcelo Freixo, 50, com um programa que valoriza os educadores e a escola humana, vocacionada para o respeito e a paz entre diferentes.

Como disse Nelson Mandela: “ninguém nasce odiando o outro por sua cor de pele, religião ou origem social. Mas, se e possível ensinar a odiar, é ainda mais possível ensinar a amar”.

Em defesa de uma escola humana, que eduque para a paz e a tolerância, estamos com Marcelo Freixo, 50.

Gilberto Palmares

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