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Aposentadoria, adeus!

. Você quer trabalhar 49 anos seguidos para ter direito à aposentadoria? . Você concorda em esperar até os 65 anos de idade para receber apenas 76% da aposentadoria? . Você aceita pagar plano de previdência privada para os bancos? . Você acha justo o fim da aposentadoria por invalidez? . Você sabia que as mulheres serão as mais prejudicadas com a reforma? . Você sabia que as mudanças vão acabar com a aposentadoria por contribuição?     Se você respondeu “NÃO” a todas essas perguntas, você não pode ficar parado esperando o (des) governo Temer aprovar uma reforma que vai acabar com o direito à aposentadoria. Você pode fazer alguma coisa. Participe das manifestações contra a reforma da Previdência. Envie e-mails, cartas, whats app para o deputado e o senador no qual votou. Não lembra em quem votou? Não tem problema. Vá no site da Câmara (WWW2.leg.br) e do Senado (WWW12.senado.leg.br) e mande e-mails para os deputados e senadores do Rio de Janeiro. Só a mobilização dos trabalhadores, e dos que ainda vão entrar no mercado de trabalho, pode barrar esse absurdo.     Aposentadoria Brasil x Europa: verdades e mentiras   Uma das justificativas dos que defendem a reforma da Previdência é de que diversos países da Europa já fizeram o mesmo. A professora Denise Gentil, especialista em Previdência, derruba essa mentira e compara a realidade brasileira e européia.   Tempo para implantação da reforma Europa De forma progressiva desde os anos 1980. Há países em que a reforma só será concluída em 2032 Brasil Assim que o projeto for aprovado   Idade mínima Europa Há uma... ler mais

Será a vez das prefeituras?

Ano novo, novas gestões nas prefeituras, muitos jogo de mídia, nada a comemorar. As duas maiores cidades do país começaram 2017 com medidas inacreditáveis. Em São Paulo, a principal ação do prefeito João Dória (PSDB) foi pintar a cidade de cinza, destruindo o maior mural de grafite a céu aberto da América Latina, na Av. 23 de Maio. Um ato que pode lhe render processo por ter dilapidado patrimônio artístico. Os grafites são um patrimônio cultural da coletividade e não do prefeito que age como ‘dono’ da cidade. Dono que ao estilo de antigos ditadores busca apagar a gestão de Fernando Haddad (PT) caracterizada pela ocupação de São Paulo pela arte popular. No Rio de Janeiro, o início da gestão de Marcelo Crivella (PRB) é marcado por anúncios de impacto que a própria administração revoga logo em seguida. O discurso de austeridade é bem diferente da prática. Apesar de ter anunciado ao tomar posse corte radical de cargos comissionados na prefeitura, Marcelo Crivella revogou a exoneração de 400 assessores que havia afastado. Também voltou atrás na decisão de não pagar fornecedores até que fosse realizada sindicância para apurar os gastos. A mudança da logomarca da prefeitura é outro exemplo de idas e vindas, além de ter resultado em ameaça de processo por ter usado elementos que remetem à campanha eleitoral do prefeito. Em meio a tudo isso, a notícia de que o vice-prefeito e Secretário Municipal de Transportes, Fernando Mac Dowell, acumula dívida de R$ 215 mil em IPTU. A autoridade não paga o imposto, enquanto moradores de comunidades têm sido prejudicados com aumentos absurdos. O aposentado Adionson Farias,... ler mais

UERJ: Resistir é preciso

A UERJ, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, tem 67 anos de história. E não é uma história qualquer. Foi a primeira universidade pública a oferecer ensino noturno e implantar política de cotas, ações pioneiras para ampliar o acesso ao ensino superior seguidas mais tarde por universidades de todo o país. Não faltam números para exemplificar a importância desta instituição. São mais de 30 mil alunos entre os cursos presenciais e à distância, a UERJ está presente em cerca de 30 municípios do Estado, tem ações em várias áreas como na saúde, com o Hospital Pedro Ernesto, com capacidade para 500 leitos e atendimento em mais de 60 especialidades. A UERJ é um patrimônio ameaçado pelo descaso do Governo do Estado. Verbas não são repassadas, salários estão atrasados, bolsas de estudo não são pagas, o bandejão deixou de funcionar, mais de 500 funcionários de empresas terceirizadas foram demitidos, nem as aulas do segundo semestre do ano passado foram concluídas. O Governo Pezão e sua base de sustentação na Assembleia Legislativa ao contrário do que era de se esperar, empenham esforços não na busca por solução para garantir recursos, mas pressionar a instituição com corte de salários dos professores e agora com a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Na avaliação do Deputado Estadual Gilberto Palmares (PT) medidas que parecem desconsiderar a realidade, “O corte de salários alegando que os professores estão em greve não tem cabimento. A universidade está parada por falta de condições de funcionamento e não por greve. Uma CPI deve apurar os desmandos do Governo do Estado, a irresponsabilidade que nos levou a... ler mais

Pacote corta 36% dos salários dos servidores

O pacote de maldades do governo do estado pode voltar à pauta de discussão na Assembléia Legislativa a qualquer momento. A análise das medidas propostas, com o aumento do desconto para a Previdência, revela ameaça profunda à sobrevivência dos servidores públicos estaduais. Um professor, por exemplo, que tenha vencimento de R$ 2 mil, hoje é descontado em 11%, o que significa redução de R$ 220,00 mensalmente, resultando em valor líquido de R$ 1.780,00. Se o pacote for aprovado na íntegra, esse servidor verá a alíquota de 11% ser aumentada para 14%. Além disso, sofrerá um desconto extra de mais 8%, que vigorará por dois anos. Ou seja, 22% a menos no seu salário. Mensalmente, seriam menos R$ 440,00 na conta. Do vencimento bruto de R$ 2 mil, sobrariam apenas R$ 1.560,00. Essa situação inaceitável é agravada por mais uma perversidade: a intenção de congelar os salários por 10 anos. A inflação terá um efeito arrasador no bolso do servidor. Um cálculo que considere o centro da meta inflacionária, 4,5%, bem abaixo da inflação real registrada anualmente, fará com que em uma década esse servidor que ganha hoje R$ 2 mil receba um salário equivalente a R$ 775,00. A gravíssima situação dos servidores públicos a médio prazo afetará todos os cidadãos do estado que podem precisar dos serviços dos bombeiros, da polícia, dos hospitais estaduais ou mesmo de serviços como tirar documentos de identidade, licenciar veículos,... ler mais

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